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Gabryele Moreira representa a WiN Brasil no Nuclear Communication Experience

19 de agosto de 2026
Gabryele Moreira representa a WiN Brasil no Nuclear Communication Experience

A presidenta da Women in Nuclear Brasil (WiN Brasil), Gabryele Moreira, participou, nesta terça-feira (18), do Nuclear Communication Experience 2026 (NCE26), realizado na Fecomércio RJ, no Rio de Janeiro. Em sua terceira edição, o evento reuniu representantes da imprensa, academia, setor produtivo e instituições ligadas à área nuclear para discutir os desafios e as oportunidades para o desenvolvimento do setor no Brasil.

Gabryele integrou o Painel 2, intitulado “Sem pessoas, não há transição energética: cadeia produtiva, empregos e a nova geração do setor nuclear”, ao lado do professor Aquilino Senra, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e de Leonam Guimarães, da Amazul. A mesa foi mediada pelo jornalista Vinícius Dônola, da Band.

O debate destacou que o crescimento da participação da energia nuclear na matriz energética brasileira depende não apenas de investimentos em infraestrutura e tecnologia, mas também da capacidade de formar, atrair e reter profissionais para atuar em diferentes áreas da cadeia nuclear.

A participação da WiN Brasil levou ao debate a perspectiva da diversidade e da ampliação da presença de mulheres no setor. Para a organização, a formação da nova geração de profissionais precisa estar acompanhada de ambientes capazes de promover inclusão, oportunidades de desenvolvimento e permanência na carreira.

A presença de Gabryele no painel também reforçou a atuação da WiN Brasil na construção de espaços de diálogo sobre o futuro do setor nuclear. A própria organização do NCE26 destacou que diversidade e protagonismo de mulheres são elementos importantes para que o setor consiga atrair e reter os talentos necessários à sua expansão.

::Pessoas no centro da transição energética

Com o tema central voltado à comunicação nuclear, o NCE26 foi organizado pela Associação Brasileira para o Desenvolvimento de Atividades Nucleares (ABDAN) e contou com três painéis. Além da discussão sobre pessoas e a nova geração do setor, a programação abordou energia, geopolítica e soberania, e os desafios e oportunidades da cobertura jornalística sobre temas nucleares.

O NCE26 reforçou, assim, a importância de aproximar diferentes segmentos da sociedade do debate nuclear e de reconhecer que a construção do futuro do setor passa também pelas pessoas que irão pesquisar, desenvolver, operar, comunicar e liderar essa indústria nas próximas décadas.

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